

Gosto de chá. Nesta altura, sabe bem quentinho, ao acordar e ao deitar, a meio do dia no emprego, no fim das refeições. O chá é um bálsamo para a alma, elimina toxinas e purifica o cérebro. Oxigena melhor e até parece que os pensamentos fluiem com outra dinâmica. No Verão, sabe bem fresquinho, com os cubos de gelo a estalarem dentro da caneca, a refrescarem o corpo e a mente. O chá simboliza não só as tagarelices com as minhas amigas, mas também a serenidade do conforto do meu sofá, é versátil, adapta-se a todas as ocasiões, e todas elas homenageiam bons momentos, sobretudo as primeiras imagens que tenho guardadas na memória, de ser muito, mas muito pequena e a minha mãe fazer o agora chamado ice tea, mas que, na altura, era caseiro e chamava-se refresco de chá, com limão, gelo, açúcar e umas palhinhas de plástico coloridas e que bem que sabia, nos dias quentes de Verão.
Não vou falar das famosas casas de chá existentes por todo o Mundo, nem do tradicionalismo do “chá das cinco” britânico, nem dos diversos sabores (modernices) existentes no mercado, ao dispor do mais exigente consumidor. Não, porque seja qual, onde, quando, com quem e porque for, o que importa é o momento… e desfrutar de uma bela caneca de chá.
Sem comentários:
Enviar um comentário