
Habituamo-nos aos finais felizes dos contos de fada. Alguém convencionou que, no mundo da fantasia, as pessoas podiam ser “felizes para sempre”.
E quisemos, ao longo da existência, ultrapassar a fantasia e transportá-la para a nossa vida, real e, algumas vezes, fria.
Qual Cinderela em busca do seu príncipe, como num toque de magia, procuramos um par…como as meias: uma sozinha não tem utilidade, mas o par desempenha, na perfeição, a sua função: confortar, aquecer, aconchegar.
E o que procuramos na vida, realmente, é luz e calor…como um par.
E quisemos, ao longo da existência, ultrapassar a fantasia e transportá-la para a nossa vida, real e, algumas vezes, fria.
Qual Cinderela em busca do seu príncipe, como num toque de magia, procuramos um par…como as meias: uma sozinha não tem utilidade, mas o par desempenha, na perfeição, a sua função: confortar, aquecer, aconchegar.
E o que procuramos na vida, realmente, é luz e calor…como um par.
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