
Casar-se e continuar casado até que a morte os separe é o que deviam fazer todos os defensores do ambiente. Um estudo apresentado esta semana na Austrália prova que o divórcio aumenta a emissão de gases tóxicos e o consumo energético. A base da conclusão é simples: quando os cônjuges se separam precisam de mais casa, que gastam electricidade e água a dobrar. Mas existe outra questão: é que o estudo diz que, pelo menos nos primeiros tempos de regresso à vidinha de solteiros, eles e elas têm mais tendência para o desperdício, o que é igualmente mau para o ambiente.
O relatório foi apresentado por Steve Fielding, um senador que lidera um partido que defende ao valores da família. Ele próprio é casado há 22 anos. Tem 15 irmãos.
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