
No final da II GG, lá por 1958, o adolescente Michael Berg adoece com escarlatina e é socorrido na rua por Hanna, uma mulher mais velha e consumida por um segredo. Após 3 meses de repouso e já curado, o jovem decide agradecer-lhe o seu acto, levando-lhe flores. A partir deste reencontro, o que seria um encontro fugaz, revela-se uma relação intensa e para toda a vida, assente na leitura de obras clássicas que Michael dedica a Hanna.
No mínimo, assombroso e surpreendente até ao fim. Kate Winslet convence-nos durante 2 h, seguida pelas memórias trazidas por Ralph Fiennes. Os últimos minutos pertencem a Lena Olin, numa personagem terrivelmente marcada pelo flagelo, mas não apaga a brilhante interpretação do jovem Michael Berg, que me parece um ilustre desconhecido (ou talvez não).
Continuando a quebrar a regra de não ir ao cinema em momentos de grande afluxo (e sexta-feira é, sem dúvida, um desses momentos), LM e eu lá conseguimos concretizar esta vontade, numa 6ªf 13. Mas valeu bem o esforço, saímos as duas verdadeiramente encantadas.
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