
Toda a mulher calculista e ajuizada deve querer na sua vida o tipo de homem conhecido por “o banana”, ou, melhor ainda, “banana-man”. A ideia romântica de “um homem assim ou assado”, inteligente e bem apessoado, “que me faz sentir única”, blablabla, são histórias infantis, de princesas e sapos, que terminam 5 minutos depois de dizermos “sim”.
Agora, o “banana-man” é o único para toda a vida: demasiado acomodado para mudar, “Ah, isso dá muito trabalho e esta já conheço”, é o que responde “sim, querida, vou já” quando a mulher lhe pede, ou melhor, lhe mandar ir despejar o lixo ou trazer-lhe um copo de água. È aquele que deixa (e agradece) que a mulher faça e determine o itinerário de férias, as compras para a casa (incluindo as suas pessoais, como se alguma mulher soubesse qual o melhor creme/espuma de barbear?!), permite que a mulher responda às perguntas que lhe são dirigidas (e juro que não me estou a referir à célebre entrevista na televisão do famoso futebolista e a sua mulher, na época, há alguns anos atrás…).
O “banana-man” é o homem ideal para qualquer “dama de ferro” e existem várias na nossa praça. Ele permite que a mulher “ponha e disponha” de tudo, como se fossem 2 corpos e uma cabeça e permite humilhações em público e em privado, género “este homem não serve mesmo para nada, ò …., vai lá ver quem está a tocar à porta”, enquanto milady vê a novela repimpada no sofá. Trata-a como uma rainha, fechando os olhos a tiranias e prepotências,
Por mim, tenho azar, gosto pouco de bananas, mas quando me apetece, é daquelas escandalosamente grandes, do Equador, e acompanhadas de queijo flamengo e um bocadinho de marmelada.
Sagaz, eu?! Nem por isso…
Agora, o “banana-man” é o único para toda a vida: demasiado acomodado para mudar, “Ah, isso dá muito trabalho e esta já conheço”, é o que responde “sim, querida, vou já” quando a mulher lhe pede, ou melhor, lhe mandar ir despejar o lixo ou trazer-lhe um copo de água. È aquele que deixa (e agradece) que a mulher faça e determine o itinerário de férias, as compras para a casa (incluindo as suas pessoais, como se alguma mulher soubesse qual o melhor creme/espuma de barbear?!), permite que a mulher responda às perguntas que lhe são dirigidas (e juro que não me estou a referir à célebre entrevista na televisão do famoso futebolista e a sua mulher, na época, há alguns anos atrás…).
O “banana-man” é o homem ideal para qualquer “dama de ferro” e existem várias na nossa praça. Ele permite que a mulher “ponha e disponha” de tudo, como se fossem 2 corpos e uma cabeça e permite humilhações em público e em privado, género “este homem não serve mesmo para nada, ò …., vai lá ver quem está a tocar à porta”, enquanto milady vê a novela repimpada no sofá. Trata-a como uma rainha, fechando os olhos a tiranias e prepotências,
Por mim, tenho azar, gosto pouco de bananas, mas quando me apetece, é daquelas escandalosamente grandes, do Equador, e acompanhadas de queijo flamengo e um bocadinho de marmelada.
Sagaz, eu?! Nem por isso…
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