
O dia amanheceu às caretas (está como eu, ora em cima, ora em baixo...): o vento traz-nos frio, o mar ruge às nuvens, que correm velozes, as árvores vergam-se, gemendo.
A Pipoquinha estanca perante o vento e eu enrolo-me no casaco. Acompanhei a minha mãe à igreja, ambas transbordamos de saudade. Após as suas orações, sussurrou-me, pragmática com sempre: “Está tudo mudado, vamos embora.” E seguimos, num passeio silencioso, de lágrimas silenciosas, à beira-mar, porque Deus está sempre em todo o lado e, sobretudo, na Natureza.
Almoço prato de bacalhau, abri uma garrafa de vinho branco e brindámos a nós todos, incluindo aos nossos amigos de 4 patas (os nossos verdadeiros e sinceros “eu”), a todos os que já não estão connosco, que nos guiam nos nossos passos e orientam nas nossas decisões. Brindámos à vida, porque, disse-me “eu acredito na Ressurreição”. Eu, a maior parte das vezes, não sei no que acredito, sei apenas que não acredito nas leis do Homem, que destrói tudo em que põe o olhar, na sua ganância e ambição.
Sei que isto não interessa. Apenas soube-me bem.
A Pipoquinha estanca perante o vento e eu enrolo-me no casaco. Acompanhei a minha mãe à igreja, ambas transbordamos de saudade. Após as suas orações, sussurrou-me, pragmática com sempre: “Está tudo mudado, vamos embora.” E seguimos, num passeio silencioso, de lágrimas silenciosas, à beira-mar, porque Deus está sempre em todo o lado e, sobretudo, na Natureza.
Almoço prato de bacalhau, abri uma garrafa de vinho branco e brindámos a nós todos, incluindo aos nossos amigos de 4 patas (os nossos verdadeiros e sinceros “eu”), a todos os que já não estão connosco, que nos guiam nos nossos passos e orientam nas nossas decisões. Brindámos à vida, porque, disse-me “eu acredito na Ressurreição”. Eu, a maior parte das vezes, não sei no que acredito, sei apenas que não acredito nas leis do Homem, que destrói tudo em que põe o olhar, na sua ganância e ambição.
Sei que isto não interessa. Apenas soube-me bem.
Sem comentários:
Enviar um comentário