Os portugueses gostam mais de café do que…sei lá o quê. Pelo sabor, pela tradição [aqui, sim, a tradição é importante], pelo pretexto (“…e tomamos um café”), para aquecer a alma num dia chuvoso. Um café faz-nos sorrir [além de azia e escurecer os dentes], mas estimula e devolve a vida.
Há uns anos a esta parte, o chá tem ganho novos e grandes adeptos, numa onda mais zen e tal, mas ainda não consegue destronar o Rei. Se visualizo uma caneca de café ou de chá, sinto outro conforto, uma certa paz, estão associados a momentos, bons ou maus, mas marcantes, seguramente.
São bebidas que confortam, que propiciam dois dedos de conversa, que ajuda a reflectir, a decidir, ou tão só-menos a estar…
Há uns anos a esta parte, o chá tem ganho novos e grandes adeptos, numa onda mais zen e tal, mas ainda não consegue destronar o Rei. Se visualizo uma caneca de café ou de chá, sinto outro conforto, uma certa paz, estão associados a momentos, bons ou maus, mas marcantes, seguramente.
São bebidas que confortam, que propiciam dois dedos de conversa, que ajuda a reflectir, a decidir, ou tão só-menos a estar…
Vai um cafezinho?
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