Gosto desta escrita, gosto que se responsabilizem as pessoas pelos seus actos, gosto de coerência:
“Segundo conta o texto, a cidade argentina de San Francisco reagiu à situação, multando os pais dos jovens que bebem de mais. Pela minha parte, a ideia devia ser importada imediatamente!
(...) Nesta cidade a 600 km de Buenos Aires, equipas constituídas por polícias e voluntários surgem de surpresa, em diferentes locais e horários, obrigando os miúdos com menos de 18 anos a soprar no balão. Os pais dos que acusam valores equivalentes a mais do que uma lata de cerveja recebem uma multa de 200 euros. São também multados sempre que os jovens cometam actos de vandalismo contra monumentos, por exemplo. E a verdade é que desde que a medida entrou em vigor, há pouco mais de um mês, já foram multados 32 pais. Quanto aos miúdos, são obrigados a cumprir trabalho comunitário.”
“Segundo conta o texto, a cidade argentina de San Francisco reagiu à situação, multando os pais dos jovens que bebem de mais. Pela minha parte, a ideia devia ser importada imediatamente!
(...) Nesta cidade a 600 km de Buenos Aires, equipas constituídas por polícias e voluntários surgem de surpresa, em diferentes locais e horários, obrigando os miúdos com menos de 18 anos a soprar no balão. Os pais dos que acusam valores equivalentes a mais do que uma lata de cerveja recebem uma multa de 200 euros. São também multados sempre que os jovens cometam actos de vandalismo contra monumentos, por exemplo. E a verdade é que desde que a medida entrou em vigor, há pouco mais de um mês, já foram multados 32 pais. Quanto aos miúdos, são obrigados a cumprir trabalho comunitário.”

Considero o trabalho comunitário como obrigatório para os prevericadores, sobretudo para os jovens, porque ensina e educa, moldando o caracter. É visto como um castigo, uma punição, mas torna-os utéis à sociedade.
E por cá, para quando esta aplicação?
E por cá, para quando esta aplicação?
Radical, eu?! Nem por isso...
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