Lembro-me de ser muito, mas muito pequena e ao colo do meu pai, lá por terras do Minho, com a barragem do Gerês aos pés, apontar as estrelas. Alguém da terra disse para não o fazer, porque fazia nascer cravos nas mãos (não flores, mas aqueles sinais de tecido esponjoso).
Continuo a contar as estrelas e a sonhar!
2 comentários:
Curiosamente também houve um Duartinho na minha vida, o qual eu procuro nas estrelas... :-( Eu modificaria a mensagem para: quando eu era pequenina pela altura de Verão o meu pai levava-me aos carrocéis, era tão feliz!
Felizmente, SMC, tive muitos carrocéis e todas as coisas boas da vida. Talvez por isso a saudade seja, muitas vezes, insuportável!
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