domingo, 4 de outubro de 2009

À minha espera



O mar. Numa manhã que nasceu com lágrimas caídas das nuvens. Mas o sol voltou [é o Verão a não querer separar-se de mim] e eu correspondi, indo ter contigo. Entre mergulhos e céu encoberto de nuvens espessas [ao longe, a trovoada em alto mar, fazia-se ouvir, advertindo para uma passagem perigosa].

Quero que voltes para mim! Depressa, antes que me consuma de desespero. Quando estou contigo, sinto uma adolescância tardia, que me faz sorrir sem motivo, como só os adolescentes sabem fazer. E dura tão pouco, a Adolescência da Vida!

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