
Traduzindo: sofro horrores quando tenho que me separar deles [as pessoas racionalizam as ausências, eles não...], mas adoro, quando regresso, certificar-me que estiveram bem, que não estão deprimidos, estão bem, enfim!
Se parto de coração apertadinho, apertadinho de saudades, abraço-os de felicidade quando regresso. A Pipoquinha, efusiva como ela só, fez-me a maior festa [aliás, a mesma que faria se me ausentasse por 5 minutos...], mas depois de cheirar tudo que eu trazia, deitou-se na sua caminha, muito tranquila e, pouco depois, foi para o sofá, como quem diz: "Era aqui que eu estava, a dormir, muito enroscadinha, muito quentinha, até tu chegares...". A miudagem, também procedeu à devida inspecção, cheirando e espreitando os meus haveres, como que adivinhando "os sítios por onde andaste, enquanto nós estivemos por aqui", acção repetida de todas as vezes que regresso seja de onde for...
Quando F. chegou, todos se dirigiram a ele [a Pipoquinha presenteou-o com toneladas de peluches aos pés], pedindo festas, cumprimentando. Olhou-me, sorrindo, do género: "Vês? Estão bem...tanta preocupação para nada!", apenas comentei, afagando os pequenitos: "Fico tããããão feliz por ver que não estranharam a minha ausência...."
Exagerada, eu?! Nem por isso...
2 comentários:
É agora exagerada!?
Quem foi que lhe disse isso?
Bjis
Sou, sou. Uma "mãe-galinha"...kisss
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