
"...e largou o marido..."
Lembro-me que perdi o resto da conversa. Porque ninguém larga ninguém.
[As únicas largadas que conheço são as de touros...e abomino-as].

Os relacionamentos acabam. Terminam. Por culpa dos dois. Ou por culpa de nenhum.
Porque nada é eterno. Ponto final.
Porque nada é eterno. Ponto final.
Não há a conversa de "oh, pá, larguei a gaja, estava farto" ou "Já não podia aturar o fulano".
Defendo a dignidade. E se ela existe quando nos apaixonamos por uma pessoa, quando a escolhemos entre todas e não corre bem [afinal!], temos que manter essa dignidade.
Em homenagem ao amor que, um dia, sentimos. Porque, um dia [lá longinquo], a amámos.
E até podemos continuar a amar, só não é da mesma maneira [a teoria de "somos tão amigos que já não somos amantes" é matéria para outro post...]. Não há por que terminar com raiva, amargura, gritos e desatinos. Com desamor.
Tem que haver respeito. Tem que haver dignidade. Pelo(a) outro(a). Por nós próprios.
Não pode é haver enganos...porque a confiança, uma vez perdida, não volta mais. Não é preciso enganar, é preciso comunicar.
Este assunto é tema frequente cá por casa...F. defende que são os recalcamentos que levam à explosão; o que eu defendo está acima espelhado.
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