
à noite e tenho a sensação (falida, talvez!) que há ainda imenso tempo para aproveitar, para viver. A segunda-feira já espreita, ali, no canto da rua e do meu inconsciente, mas o que conta é o presente e estou, ainda, no meu mundo, onde sou quem quero e não quem tenho que ser, como uma personagem que não encaixo, mas tenho que representar. E represento tão bem e há tantos anos em cena, que já mereço uma estatueta...
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