segunda-feira, 23 de março de 2009

Quando a borboleta bate as asas...


não sabemos o que pode advir. Ou o que pode suceder na sequência de sacudir um pano à janela, ou perder um autocarro, ou ir comprar um pacote de arroz. É uma sucessão de ondas, ora sobem ora descem, como se a vida fosse uma imensa praia, nem sempre de águas tranquilas

Neste mar-chão das últimas 3 semanas, nunca sei de onde pode vir a tempestade.

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