
Não sinto que os meus melhores tempos tenham terminado. Sei que foram muitos e bons (“ah, os bons velhos tempos”), lá isso sei! Sinto que apesar dos pesares (da crise, da insegurança nas ruas, nos parques de estacionamento, …), os nossos tempos ainda são muito bons.
Porque o presente decorre, e torna-se passado, demasiado rápido. E, de imediato, estamos no futuro, que se torna presente e, logo, passado. Porque o presente acaba de passar, agora mesmo (viste-lo passar?!).
É a história de cada um de nós, e quem não tem boas histórias para contar?!
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