Que grande novidade :
Os portugueses, em concreto, «gostam muito de complicar e de ver a vida com pessimismo» esquecendo que «as dificuldades são oportunidades de as relações se fortalecerem e de se reinventarem».
Eu não sei se os portugueses complicam tudo, o que eu sei é que, mesmo com facilidades, é muito complicado os relacionamentos darem certo. Exige muita abnegação, muito empenhamento, muita vontade de continuar em frente e acreditar numa sonata tocada a quatro mãos.
È mais fácil desistir à primeira discussão, é mais fácil ceder às tentações, é mais fácil fechar a porta, batendo-a.
Porque acreditamos que o outro nos vai fazer feliz, e isto é um mito. Construímos a nossa própria felicidade e partilhamo-la. O outro é [só] o apoio, a força motora que nos impele a fazer melhor e a querer mais…para os dois.
Os portugueses, em concreto, «gostam muito de complicar e de ver a vida com pessimismo» esquecendo que «as dificuldades são oportunidades de as relações se fortalecerem e de se reinventarem».
Eu não sei se os portugueses complicam tudo, o que eu sei é que, mesmo com facilidades, é muito complicado os relacionamentos darem certo. Exige muita abnegação, muito empenhamento, muita vontade de continuar em frente e acreditar numa sonata tocada a quatro mãos.
È mais fácil desistir à primeira discussão, é mais fácil ceder às tentações, é mais fácil fechar a porta, batendo-a.
Porque acreditamos que o outro nos vai fazer feliz, e isto é um mito. Construímos a nossa própria felicidade e partilhamo-la. O outro é [só] o apoio, a força motora que nos impele a fazer melhor e a querer mais…para os dois.
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