A Bela e o Paparazzo
Produção de Tino Navarro…que, habitualmente, aprecio!
Uma história de Pocahontas [virou “moda” chamar Pocahontas a tudo que é light…romântico…lamechas… tipo Avatar…Eu, que adoro a personagem, super-romântica, de Pocahontas, a mocinha indígena que deixou o seu Mundo para acompanhar o “seu” Capitão inglês…enfim, seja!]
Bem escrito, som razoável [filme português que não necessite de legendas considero um milagre], demasiado palavrão como sempre, mas [bem] enquadrados na trama…e uma cachorra, Terça-feira, de enternecer o coração!
Acima de tudo…a Lisboa que eu amo, está bem retratada!
Ah, saliento a presença de Nuno Markl, “personagem” que normalmente não aprecio muito: está muito bem, clap-clap-clap, muito bem, mesmo!
Naturalmente fantásticas as prestações dos veteranos Nicolau Breyner e de Virgílio Castelo.
Vê se bem… com naturalidade e fantasia.
Sinopse:
Mariana, uma jovem vedeta da nossa televisão, está muito perto de um colapso nervoso. As filmagens não estão a correr bem, a sua popularidade na novela está a descer, mas todos os passos da sua vida privada continuam a ser matéria de capa das revistas "cor-de-rosa". E há uma culpada por esta total ausência de privacidade: Gabriela Santos, a mais temível paparazzo de Lisboa, a pessoa que sabe sempre onde ela está e que consegue as fotos mais comprometedoras. Gabriela Santos é o nome artístico de João, o paparazzo que é contratado para perseguir Mariana dia e noite, captando a sua vida diária e fazendo dela uma presença habitual nas capas das revistas sociais sem que a sua presença alguma vez seja detectada. Até ao dia em que se conhecem de forma fortuita. A partir desse momento, nasce uma relação amorosa na qual o fotógrafo terá que fazer todos os impossíveis para que Mariana não descubra a sua verdadeira identidade, ao mesmo tempo que tenta lidar com a excentricidade dos dois amigos com quem partilha o apartamento e com o facto de se ver agora como alvo das mesmas revistas para as quais trabalha.Nas Nuvens – Up in the air
Candidato aos Óscares, candidatura bastante merecida!
Quem pensa ver uma comédia, desengane-se já, se faz favor…
Fascinante…a teoria da Mochila que carregamos connosco [normalmente, defino como “batatas podres” a carga que acumulamos nos nossos ombros…]… a solidão…o querer e o não-querer… porque temos medo de ter…
Altamente recomendável…e não é pelo “homem da Nexpresso”… “que não me aquece, nem me arrefece”, demasiado “pai” para quem não tem Complexo de Electra. Nem lhe reconheço grande talento, apesar da voz grave, agradável… Nem em novo [basta revê-lo nos primeiros episódios de E.R.], quanto mais agora…demasiado “vincado”!
A não perder, mesmo!
Sinopse:
Ryan Bingham (George Clooney), um perito em downsizing corporativo, é protótipo máximo do moderno viajante. Ryan habituou-se a um estilo de vida livre por entre aeroportos, hotéis e carros de aluguer. Consegue levar tudo o que necessita no seu pequeno trolley; é membro VIP de todos os programas de fidelização que existem; e está prestes a atingir o seu objectivo de vida: 10 milhões de milhas, como cliente regular - e porém... Ryan não tem na vida a que se possa agarrar. Quando se apaixona por uma companheira de viagem (Vera Farmiga), o seu patrão (Jason Bateman), inspirado por uma ambiciosa jovem perita em eficiência (Anna Kendrick), ameaça limitá-lo ao escritório, longe das constantes viagens. Deparando-se com a perspectiva, simultaneamente aterradora e excitante de ter de deixar de voar, Ryan começa a vislumbrar o verdadeiro significado de ter um lar.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Outras Cenas – (na semana passada)
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